Publicado em Novembro 7, 2009 por shamankh

Tópico de autoria do Mask que nos enviou por email. Agradecemos.
O filme combina entrevistas e material de arquivo, pinturas e clipes de participações em filmes de William S. Burroughs (incluindo Decoder, Drugstore Cowboy, de Gus Van Sant, e Thanksgiving Prayer), com trechos de uma leitura feita por ele no dia 9 de maio de 1986, em Berlin. Com este rico material de imagens, temos um retrato honesto e vibrante de um dos mais subversivos e criativos escritores americanos da literatura moderna.
William S. Burroughs é um dos mestres da escrita “beat”. Elogiado por outros grandes escritores como Jack Kerouac e Norman Mailer, ele conversa aqui com o autor Jurgen Ploog, nos mostrando suas reflexões sobre a palavra como vírus, morte e sonhos, tempo e espaço, e o método “cut-up” e “fold-in” que ele usou em seus perturbadores romances. Poeta do Submundo é essencial para os curiosos e aficionados que queiram conhecer minuciosamente o que se passava na mente de um dos maiores escritores do século XX.
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Publicado em Novembro 7, 2009 por olavocpa
Publicado em Novembro 6, 2009 por shamankh

Tópico enviado por Felipe. Agradecemos pelo compartilhamento.
David Gale (Kevin Spacey) é um professor que trabalha na Universidade do Texas e também um ativista contra a pena de morte. Até que, após o assassino de uma colega de trabalho, Gale é injustamente acusado e condenado à pena contra a qual ele tanto combate. O caso chama a atenção de Elizabeth Bloom (Kate Winslet), uma jornalista que decide investigar a vida de Gale e também o sistema judicial que o condenou à pena de morte.
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Publicado em Novembro 5, 2009 por olavocpa

Há 60 anos, Simone de Beauvoir lançava “O Segundo Sexo“. O livro é discutido até hoje porque norteou um novo caminho para as mulheres. O Arquivo N recuperou entrevistas com Beauvoir e lembra a famosa frase “Ninguém nasce mulher. Torna-se mulher.”
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Publicado em Novembro 4, 2009 por shamankh

A FILOSOFIA NO PALCO
O teatro foi objeto de inflamadas polêmicas no século XVIII, entre autores como Voltaire, Rousseau e Diderot. A separação dos três maiores filósofos franceses encerrava inúmeras questões, como as divergências sobre o caráter pedagógico do teatro ou a relação entre razão, paixão e moral. Franklin de Matos mostra que, naquele momento, também se enfrentavam três diferentes filosofias da história, às quais o debate contribuiu para conferir maior consistência.
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Publicado em Novembro 2, 2009 por shamankh

O jornalista e escritor Flávio Tavares, colunista político durante quarenta anos, acompanhou de perto, como jornalista e militante de esquerda, episódios que levaram ao golpe militar de 64, à repressão e à luta armada, episódios estes que marcaram o caráter da política brasileira, especialmente nas décadas de 60 e 70. Ele já reuniu em dois livros “Memórias do Esquecimento” e “O Dia em que Getúlio Matou Allende” – fatos, observações e análises em torno de políticos e personalidades que fizeram a recente história política brasileira. Através de sua maneira de escrever que esbarra na literatura e no romance, ele discute e descreve o poder ?como a novela que ele próprio é, e não com a visão de algo inconsútil, distante que não se pode tocar, e que tocando se transforma e nos transforma. Romance de poder é uma coisa até ilusória.
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Publicado em Novembro 1, 2009 por shamankh
Publicado em Outubro 31, 2009 por shamankh

Ao longo da história do pensamento, cada época, cada área do conhecimento, se questionou sobre o corpo e produziu sua teoria para explicá-lo. Neste Café Filosófico, a bailarina Dani Lima conta a sua interpretação sobre o corpo e a dança. A filósofa Viviane Mosé participa também do programa, debatendo como o problema mente-corpo, tão antigo e tão presente na filosofia, interfere na nossa vida hoje.
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Publicado em Outubro 30, 2009 por shamankh

A trajetória intelectual e biográfica do filósofo romeno Emil Cioran (1911-1995) é o tema deste documentário francês dirigido por Patrice Bollon e Bernard Jourdain. Intelectual lúcido, cético, e contundente; considerado “o maior dos prosadores da língua francesa”, por Saint-John Perse, o pensamento de Cioran vai denunciar implacavelmente as ilusões que garantem o sono da maioria: Deus, a felicidade, as utopias, o progresso da humanidade, a história redentora, etc… O documentário surpreende quando trata do polêmico passado deste “cético” que na juventude vai se entusiasmar fanaticamente por um movimento criptofascista romeno, “A Guarda de Ferro”, ao qual, porém, Cioran nunca aderiu. Anos mais tarde Cioran vai acertar as contas com este seu “excesso de entusiasmo” da juventude no texto “Genealogia do Fanatismo”, que abre o seu livro Breviário da Decomposição. Alguns livros de Cioran foram traduzidos para o português, dentre eles, além do já citado estão: Silogismos da Amargura, Exercícios de Admiração e História e Utopia. Todos da editora Rocco. Pelo que me consta estão esgotados e não foram reeditados. Apesar de escrever sobre “o inconveniente de haver nascido” Cioran, que chegou aos 84 anos de idade, afirma: “O fato de viver é algo tão extraordinário, precisamente quando se vê as coisas como elas são…” Pois, apesar das evidências é possível, diz ele – “viver contra a evidência”. Este é o heroísmo lúcido e desesperado de Cioran.
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Publicado em Outubro 28, 2009 por shamankh

É com essa questão que a filósofa Viviane Mosé abre neste programa a série Deslimites, de sua curadoria. A palavra participa o tempo todo da nossa vida, ela traduz o mundo, dá nome às coisas e aos nossos sentimentos. A linguagem é poderosa, ela cria e compartilha sentidos. Mas Viviane nos mostra que a mesma palavra que tenta explicar a vida pode também limitar as possibilidades de sentido que a vida pode ter. Com a sua poesia, a filósofa nos faz pensar sobre o poder e os limites da palavra.
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